Categoria: Saúde Geral

Pomadas para assaduras funcionam?

Pomadas para assaduras funcionam?

Essa pomada me foi indicada pelo farmacêutico quando o Gui ficou super assado por conta da alergia a uma fralda. Ele ficou muito mal e quando era hora de trocar a fraldinha chorava muito e até “fugia” da gente.
Como o farmacêutico orientou, além de passar a pomada para tratar a assadura, evitava usar os lenços e sempre lavava o bubum com água e sabão neutro, também deixei bastante ele sem fralda, para ventilar o local, em dois dias era visível a melhora.

Adorei a pomada, ela contém nistatina, que age contra fungos e bactérias que podem se instalar na área fragilizada e piorar a assadura, e o óxido de zinco, que forma uma barreira protetora hidratante que protege a pele do bebe.

A pomada tem uma consistência um pouco oleosa e é bem fácil de espalhar e retirar, até mesmo com o lenço umedecido.
A pele absorve bastante ela, mas mesmo assim fica uma camada protetora que dura até a próxima troca.

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Ela também é preventiva, mas prefiro usá-la só para tratamento e à noite, pois ela protege bem, para prevenção do dia-a-dia prefiro os cremes ou pomadas um pouco menos oleosas. O preço também é salgado (30,00 a 35,00), mas se usá-la só para tratamento ela dura bastante, no meu caso 3 meses.

PONTOS POSITIVOS: ótima para tratar as assaduras, a melhora é visível. Também é preventiva. Fácil de tirar, mesmo com os lenços.
PONTOS NEGATIVOS: muito oleosa e cheirinho desagradável
PREÇO: 30,00 a 35,00, mas dura bastante.

Exposição ao sol tem efeito cumulativo na pele

Exposição ao sol tem efeito cumulativo na pele

A exposição solar sem proteção ao longo da vida pode causar câncer de pele. Isso acontece porque a radiação ultravioleta, que penetra na pele, tem efeito cumulativo. Os raios UV danificam o DNA de células e podem surgir lesões na pele. “Uma lesão que não existia, que sangra, não cicatriza, que cresceu, que tem mais de uma coloração pode ser sinal de câncer de pele e tem que ser avaliada por um dermatologista”, explica a dermatologista Caroline Assed, assessora da diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

O câncer de pele pode ser não melanoma e melanoma. O não melanoma é o tumor mais frequente no Brasil e o menos agressivo; com alto índice de cura. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no país. “Os carcinomas (câncer de pele não melanoma) se manifestam como nódulos ou feridas que não cicatrizam. A exposição solar crônica é a principal causa”, afirma o oncologista Rafael Aron Schmerling, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer.

Já o melanoma é mais agressivo e tem possibilidade de metástase. No entanto, se for diagnosticado precocemente, o prognóstico é bom. “Pintas diferentes das demais, com bordas irregulares, que mudam de tamanho e aspecto em semanas podem indicar a presença de melanoma”, acrescenta o oncologista Rafael Aron Schmerling.

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Segundo os dados do INCA, o melanoma representa apenas 3% dos casos de câncer de pele que são registrados no país. Além da exposição solar, há outros fatores de risco. “Queimaduras solares na infância são fatores de risco. Pessoas com pele e olhos claros e os ruivos têm mais chance de desenvolver a doença. A história familiar também pode influenciar”, afirma a dermatologista Caroline Assed.

É importante ficar atento às alterações na pele. A regra ABCD auxilia na identificação de lesões que podem ser malignas. Se a lesão for assimétrica, com bordas irregulares, a cor tiver dois tons ou mais e a dimensão for de mais de 6 milímetros, pode ser sinal de câncer de pele. Mas só um médico pode fazer a avaliação correta. Por isso, recomenda-se a consulta regular a um dermatologista. Medidas de prevenção também devem ser adotadas. Deve-se evitar a exposição solar entre 10h e 16h, usar protetor solar, chapéus e camisetas que protejam dos raios ultravioleta.