Como emagrecer naturalmente?

Esqueça os suplementos dietéticos, pós e outros queimadores de gordura se você quiser emagrecer. Existem maneiras naturais para atingir seu objetivo, então não se jogue nas primeiras drogas da farmácia. Uma dieta saudável é o começo de tudo. Descubra 10 dicas para perder peso de forma natural e eficaz!

  • Beba muita água. Beber muita água é o começo de tudo. Já, porque o corpo é composto de 60% de água, mas também porque precisa se regenerar. Muita água é perdida durante uma atividade. Beber também ajuda a drenar e eliminar toxinas. E, em seguida, beber água ao longo do dia é sempre melhor do que beber refrigerantes durante todo o dia.

 

  • Praticar esportes Claro, esportes podem se mover e trabalhar. O cardio irá ajudá-lo a melhorar sua respiração. Andando, correndo, correndo … As escolhas são amplas! O cardio pode queimar muitas calorias e manter o metabolismo alto. Não se esqueça de fazer musculação também. Isso ajudará você a ter uma prática esportiva completa, mas também a esculpir sua silhueta enquanto perde e mantém seu peso.

 

  • Tenha uma dieta variada. Para ter uma dieta equilibrada, nutricionistas recomendam um equilíbrio entre lipídios, carboidratos e proteínas que o corpo deve ser capaz de receber em um dia. Ao permitir que o corpo tenha esses recursos, evita deficiências. Além disso, uma dieta variada permite que você tenha tudo, tanto em termos de sabor e ingestão nutricional. Você controla sua ingestão de calorias sem engordar, limitando o risco de fadiga e deficiências.

 

  • Coma em horários regulares. Isso permite que você controle sua fome. O corpo se acostuma a receber comida em horários fixos, o que lhe dá tempo para digerir.

 

  • Não lanche entre as refeições. Snacking … O que é mais difícil de combater? Mordiscando é comer fora das refeições e, portanto, fornecendo nutrientes que o corpo não precisa. Além disso, petiscar muitas vezes se refere a alimentos gordurosos e açucarados. Devem, portanto, ser evitadas, além das contribuições nutricionais das principais refeições.

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  • Reduza a quantidade de sal. O sal é mais perigoso do que poderíamos pensar. De fato, o consumo excessivo de sal pode levar a doenças cardiovasculares, hipertensão e também retenção de água.
    • Permita-se algumas lacunas . Quando você vai em uma dieta, privar-se não é o caminho a percorrer. De fato, a privação é muitas vezes sinônimo de frustração e provoca compulsões alimentares que podem ser muito mais fatais do que uma pequena ganância ocasional. Então, permita-se algumas lacunas sem abusar deles. Um quadrado de chocolate de vez em quando não vai fazer você tirar 10 quilos e evitará muita frustração!

     

    • Evite pratos preparados. Se esta for uma saída fácil, as refeições preparadas não são boas nem para a saúde nem para a fila. Eles contêm muitos aditivos através do adoçante, conservantes, corantes ou realçadores de sabor. Além disso, durante o processamento de alimentos, o índice glicêmico aumenta acentuadamente. Os pratos preparados são mais calóricos porque a gordura melhora o sabor, mas também menos nutritiva porque traz sabor suficiente e substitui condimentos e temperos que poderiam ser usados ​​ao cozinhar em casa.

     

    • Limite de álcool.  O álcool é uma bebida eliminada muito rapidamente pelo corpo e reduz a eliminação de gordura. O consumo de álcool, portanto, promoverá o acúmulo de gordura, especialmente no cinturão abdominal.

     

    • Massagem com cremes de emagrecimento. Além de comer uma dieta saudável e equilibrada e praticar esportes, os cremes de emagrecimento podem ser uma boa maneira de refinar. A massagem torna possível apagar a celulite. Eles também ajudam a eliminar toxinas e limitam a retenção de água. Diferentes técnicas de massagem e diferentes cremes estão disponíveis para corresponder às expectativas de todos. Mais uma razão para perder peso enquanto se diverte!

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    Aqui estão várias maneiras de perder peso naturalmente e que você pode aplicar diariamente para otimizar sua perda de peso. Siga estas dicas; Mantenha uma dieta equilibrada enquanto cozinha em casa e beba bastante água para perder peso naturalmente. Até a próxima semana para uma nova dica!

Remédios para Emagrecer: naturais, caseiros e vendidos em farmácias

Remédios para Emagrecer: naturais, caseiros e vendidos em farmácias

O que são remédios para emagrecer?
Os remédios para emagrecer são comumente indicados para tratar pacientes com obesidade ou sobrepeso relacionados a outras condições, como diabetes e problemas cardíacos. Em sua maioria, necessitam de prescrição médica e possuem diversos riscos associados ao seu uso.

Eles não devem ser usados por pessoas que não apresentam sobrepeso, pois, nesses casos, seus riscos são maiores que seus benefícios.

Não se tratam de pílulas mágicas. Os remédios para emagrecer não possuem efeitos sozinhos. Seu uso deve ser aliado à mudanças de vida, como prática de exercícios e reeducação alimentar. Caso esses fatores sejam ignorados, os pacientes sofrem um grande risco de voltar a engordar depois de usar o medicamento.

Esses remédios normalmente possuem efeito de curta duração, promovendo o emagrecimento por um período que não costuma passar de 6 meses. Depois disso, acredita-se que o corpo crie uma espécie de tolerância e o remédio passa a não fazer mais o mesmo efeito, em alguns casos levando ao ganho de peso inclusive.

Muitos desses medicamentos também são antidepressivos, por isso o seu uso deve ser controlado, com retenção de receita e deve ser feito com acompanhamento médico — Nunca se automedique. Esses medicamentos podem trazer riscos à saúde.

Normalmente, eles são tomados em pílulas ou cápsulas que devem ser ingeridas de 1 a 2 vezes por dia.

Eles se dividem em três categorias:

Os supressores de apetite interferem diretamente nas funções cerebrais, aumentando a saciedade, facilitando o processo de reeducação alimentar;
Os bloqueadores de gordura, por outro lado, agem diretamente na gordura ingerida, impedindo que ela seja absorvida e estocada pelo organismo, sendo eliminada diretamente pelas fezes;
Os anorexígenos, por sua vez, reduzem, de maneira artificial, a vontade de comer, induzindo, como o próprio nome sugere, a anorexia.
Entenda mais sobre os remédios para emagrecer e seus riscos no texto a seguir!

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Índice – neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

O que são remédios para emagrecer?
Tipos
Remédios que precisam de receita
Remédios que não precisam de receita
Quando podem ser usados?
Como usar?
Contraindicações
Efeitos colaterais
Preço e onde encontrar
Alternativas naturais
Perguntas frequentes
Tipos
Existem, de modo geral, 3 tipos de medicamentos para emagrecer: os supressores de apetite, os anorexígenos e os bloqueadores de gordura. Nem todos são comercializados no Brasil e alguns são até mesmos proibidos pela Anvisa devido aos seus efeitos colaterais. Confira:

Supressores de apetite
Esses medicamentos atuam diretamente no sistema nervoso aumentando a liberação de dopamina e noradrenalina. Isso tem como consequência a redução do sono e do apetite. Dentre seus efeitos colaterais, eles podem deixar o paciente mais agitado e podem causar dependência.

Confira alguns exemplos dessa classe de remédios:

Sibutramina;
Bupropiona;
Victoza;
Belviq;
Lorcaserina;
Qnexa;
Tesofensina;
Hoodia Gordonii;
Naltrex.
Anorexígenos
Como o nome indica, essa classe de medicamentos busca induzir a anorexia, além de aumentar o metabolismo.

Entretanto, eles são muito perigosos, pois seus efeitos colaterais sãos similares aos de algumas drogas como a cocaína e o crack.

Confira alguns exemplos:

Femproporex;
Mazindol;
Anfepramona;
Fenfluramina;
Fenilpropanolamina.
Bloqueadores de gordura
Esses medicamentos impedem a ação das enzimas lipases, que são responsáveis pela quebra de gordura. Eles impedem que a gordura seja absorvida, fazendo com que elas sejam eliminadas diretamente pelas fezes.

Confira alguns desses medicamentos:

Xenical;
Orlistat;
Lipiblock.
Remédios que precisam de receita
Fluoxetina
Na realidade, a fluoxetina é um tratamento para depressão. Entretanto, ela pode ser usada para o emagrecimento, já que ajuda a diminuir a compulsão alimentar.

O uso da fluoxetina é restrito à pacientes que possuem obesidade aliada à depressão, ou então para pacientes que possuem obesidade relacionada a uma condição médica chamada Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).

Por isso, o paciente deve ter IMC (Índice de Massa Corporal) maior que 30 e um diagnóstico de depressão ou TAG feito por um psiquiatra. O medicamento pode ajudar a diminuir a compulsão alimentar, mas normalmente deve ser utilizado em conjunto a tratamentos de reeducação alimentar.

Efeitos colaterais
Dentre os efeitos colaterais que a fluoxetina pode provocar se encontram diarreia, náusea, cansaço (fadiga), dor de cabeça e insônia. Além disso, estudos mostram que após 6 meses de tratamento, a perda de peso provocada pela substância pode ser revertida com facilidade, ou seja, o paciente tem grandes chances de voltar a engordar.

Sertralina
A sertralina é um medicamento antidepressivo e sua ação é semelhante à fluoxetina. Esse remédio é muito pouco utilizado com propósitos de emagrecimento, pois pode causar compulsão alimentar quando ingerido em grandes quantidades.

Por se tratar de um antidepressivo, deve ser prescrito somente para pessoas que sofrem de obesidade associada à depressão, ou então em casos de obesidade relacionados ao Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).

Efeitos colaterais
Os efeitos colaterais mais comuns do consumo de sertralina incluem insônia, sonolência, tontura, dor de cabeça, diarreia, boca seca, náusea (enjoo), distúrbios da ejaculação e fadiga (cansaço).

Bupropiona
A bupropiona é o antidepressivo mais utilizado para tratar da obesidade, pois ajuda a controlar a compulsão. Ela atua de forma similar com fumantes que desejam parar de fumar. Só pode ser utilizado sob expressa indicação médica.

É um medicamento de uso controlado com retenção de receita. Só pode ser indicada para pacientes que possuem algum tipo de problema psiquiátrico, como a depressão ou a compulsão alimentar.

Se o paciente não se esforça tentando adotar dieta e exercícios físicos na sua rotina, este medicamento é contraindicado.

Efeitos colaterais
A bupropiona pode causar insônia, boca seca, cefaleia e, em casos mais graves, convulsões, taquicardia, hipertensão, urticária e manchas na pele.

Sibutramina
A sibutramina atua em alguns neurotransmissores como serotonina, noradrenalina e dopamina, para reduzir o apetite.

Ela é indicada, principalmente, para pacientes com o IMC superior a 30 e atua reduzindo o apetite e aumentando o metabolismo.

Efeitos colaterais
Este medicamento é especialmente contraindicado para pessoas com diabetes, hipertensão ou risco aumentado para doenças cardiovasculares. Seus efeitos colaterais incluem boca seca, constipação, dor de cabeça e insônia.

Saxenda
A Saxenda possui como princípio ativo a liraglutide, uma substância usada também para tratar a diabetes. Acontece que pesquisas recentes constataram que esse princípio ativo atua reduzindo a sensação de fome, além de melhorar os níveis de glicose no sangue.

Foi aprovado pela Anvisa em 2016 e seu uso é um pouco mais complicado que os demais. Ao invés de ser usado pela via oral, a Saxenda deve ser injetada diretamente sobre a pele.

Este medicamento só pode ser utilizado sob a expressa indicação médica.

É indicado para ser utilizado em conjunto com dieta e exercícios em pacientes adultos que possuem um IMC acima de 30 ou IMC acima de 27 com alguma condição relacionada ao excesso de peso, como a hipertensão, diabetes tipo 2 ou alterações no colesterol.

Pessoas com distúrbios metabólicos podem aceitar melhor esse medicamento, pois ele não afeta o pâncreas. Além disso, não causa alterações no estado de humor dos pacientes, ao contrário de outros remédios para emagrecer.

Efeitos colaterais
Pode causar o desenvolvimento de pancreatite, cálculos na vesícula biliar e risco de hipoglicemia, especialmente em pacientes com diabetes tipo 2.

Cloridrato de lorcaserina
O cloridrato de lorcaserina atua no cérebro inibindo o apetite e aumentando a saciedade, além de acelerar o metabolismo e só pode ser utilizado sob orientação médica.

É indicado para adultos obesos, com IMC igual ou superior a 30. Pessoas com IMC 27 ou superior e que apresentem algum problema de saúde causado pela obesidade também podem receber a indicação do remédio.

Efeitos colaterais
Pode causar dor de cabeça, aumento na frequência cardíaca, infecções respiratórias, sinusite, nasofaringite, náuseas, depressão, ansiedade e propensão ao suicídio. Também foram observados casos de inchaço de mama, em mulheres e homens, secreção mamilar ou ereção do pênis com duração superior a 4 horas (priapismo).

Anfetaminas (Anfepramona, Femproporex e Mazindol)
As anfetaminas são drogas muito perigosas e fazem parte de uma classe de medicamentos denominados anorexígenos, pois agem diretamente na redução do apetite.

Sua comercialização foi proibida pela Anvisa em 2011, pois não existem estudos suficientes que comprovem sua segurança e eficácia e também porque possuem muitos efeitos colaterais perigosos, sendo semelhantes ao de outras drogas como a cocaína e o crack.

Efeitos colaterais
Elas não melhoram o metabolismo do paciente e nem mesmo promovem a reeducação alimentar. Além disso, elas podem causar alterações comportamentais como ansiedade, insônia, irritabilidade, tremores e depressão.

Curiosidade: as anfetaminas agem também como estimulantes e foram muito utilizados durante a Segunda Guerra Mundial pelos soldados nazistas, no intuito de que eles ficassem mais alertas no campo de batalha.

Xenical
O xenical tua inibindo as enzimas lipases, que são produzidas no pâncreas e são responsáveis pela quebra das moléculas de gordura. Dessa forma, ele faz com que aproximadamente 30% da gordura que seria absorvida pelo organismo seja eliminada diretamente nas fezes.

Hoje em dia só pode ser comprado com retenção de receita médica e só é indicado para pacientes obesos.

O produto pode ajudar a reduzir o LDL e, por não interferir com o metabolismo ou com a saciedade, não tem efeitos colaterais tão severos quanto os outros medicamentos.

Efeitos colaterais
Pode causar incontinência e fezes moles, além de flatulência e dores intestinais. Além disso, vitaminas lipossolúveis, como a A, D, E e K, podem deixar de ser absorvidas, ocasionando uma deficiência vitamínica.

Remédios que não precisam de receita
Quitosana
A quitosana é uma fibra natural de origem animal encontrada na carapaça de crustáceos como camarão, lagosta e caranguejo. Ela é muito utilizada para fins emagrecedores, pois é capaz de se agrupar a um volume de gordura até 8 vezes maior do que seu peso.

Esse conjunto de fibras e gorduras é eliminado naturalmente pelo organismo através do trato digestivo, sem que a gordura seja absorvida pelo corpo.

É indicado para pessoas que querem emagrecer de maneira mais “natural”, sem o uso de medicamentos que interfiram no apetite e em outras funções neurológicas.

Efeitos colaterais
Ainda que seja uma opção mais “natural”, seus efeitos são bastante indesejáveis, como náuseas e visão borrada, além de desconforto ocular, tontura, dermatite, enfraquecimento das unhas, queda capilar, cansaço muscular, distúrbios digestivos e, em idosos, pode causar alucinação.

Por isso, não é indicada para pessoas hemofílicas, pois pode ocasionar hemorragias devido à alta concentração de atropina. Em diabéticos, pode alterar o funcionamento do pâncreas e a produção de insulina. Em mulheres grávidas, pode afetar a formação do feto devido à grande concentração de selênio.

Orlistat
O Orlistat não atua na saciedade, na fome e nem em outros mecanismos metabólicos. Tudo que faz é interferir na absorção de gordura pelo organismo, inibindo que até 30% dela seja metabolizada.

Assim como na Quitosana, os excessos de gordura são eliminados através das fezes. Por conta disso, esse medicamento é usado majoritariamente como um coadjuvante junto a outros remédios para emagrecer.

É comumente indicado para pessoas com dieta rica em gordura e que tem dificuldade em controlar a alimentação.

Efeitos colaterais
Ele pode causar diarreias, caso a pessoa ingira muita gordura em uso concomitante ao medicamento.

Quando podem ser usados?

Os remédios para emagrecer podem ser usados somente no tratamento para obesidade e por pessoas que apresentem algum problema de saúde causado pelo sobrepeso, como pressão alta, diabetes tipo 2 ou propensão à problemas cardíacos.

É recomendado que só se faça o uso com expressa indicação médica, pois esses medicamentos possuem diversos efeitos colaterais e podem ser prejudiciais para saúde se usados sem controle e por muito tempo.

Por isso, a maioria só é vendida com a prescrição médica. Em todos os casos, seu uso deve ser aliado à exercícios físicos e reeducação alimentar, se não, seu efeito prático perde o sentido e o paciente pode voltar a ganhar peso e, muitas vezes, isso pode servir de trampolim para que a pessoa engorde ainda mais.

Como usar?
Os métodos de tomar cada medicamento vão variar de acordo com o tipo de remédio prescrito. Confira:

Fluoxetina:recomenda-se a ingestão de 1 dose de 60mg por dia;
Sertralina: os médicos normalmente vão recomendar 1 comprimido ao dia;
Bupropiona: normalmente será aconselhado o uso de 1 comprimido por dia;
Sibutramina:os médicos normalmente recomendam tomar 1 cápsula de manhã, em jejum;
Saxenda:é aconselhado 1 injeção de Saxenda por dia;
Cloridrato de lorcaserina:os médicos normalmente indicam a ingestão de 2 comprimidos por dia, um antes do almoço e outro antes do jantar;
Xenical: é aconselhado tomar 1 comprimido antes da refeição;
Quitosana: recomenda-se a ingestão de um comprimido antes do almoço e 1 comprimido antes do jantar;
Orlistat: é aconselhado tomar 1 comprimido antes da refeição.
Contraindicações
Como são muitos os remédios para emagrecer, dividimos as contraindicações para cada um deles. Confira:

Fluoxetina
A fluoxetina é contraindicada para pessoas com hipersensibilidade conhecida à substância. Também não deve ser usada em combinação com Inibidores de Monoaminoxidase (IMAOs) e tioridazina.

Não deve ser utilizado em mulheres grávidas ou amamentando sem a expressa indicação médica. Em pacientes portadores de diabetes, seu uso deve ser controlado e supervisionado de perto pelos especialistas.

Sertralina
No intuito de emagrecimento, o remédio é contraindicado para menores de 18 anos, pacientes com hipersensibilidade conhecida à substância e o uso concomitante com IMAOs e pimozida está proibido.

Mulheres que amamentam só devem fazer uso da medicação depois que a avaliação médica concluir que os benefícios superam os riscos.

Bupropiona
A bupropiona é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida à substância ou qualquer componente da fórmula, pacientes com histórico de epilepsia ou transtornos convulsivos e em processo de descontinuação de abrupta do uso de sedativos ou álcool.

Pacientes com diagnóstico atual ou prévio de bulimia ou anorexia nervosa não devem utilizar o medicamento. Também é contraindicado para pacientes que fazem uso de qualquer outro medicamento que contenha bupropiona, pois o risco de convulsões aumenta com a dosagem.

Pessoas que se submetem a tratamentos com IMAOs também não devem fazer uso da bupropiona.

Sibutramina
A sibutramina é contraindicada para:

Pacientes com histórico de diabetes tipo 2 com pelo menos 1 outro fator de risco, como hipertensão controlada por medicação, dislipidemia, prática atual do tabagismo ou nefropatia diabética com evidência de microalbuminúria;
Pacientes com histórico de doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca congestiva, taquicardia, doença arterial obstrutiva periférica, arritmia ou doença cerebrovascular, como AVC;
Pacientes com hipertensão controlada inadequadamente;
Pacientes com histórico ou presença de transtornos alimentares, como anorexia ou bulimia;
Pacientes fazendo tratamento com IMAOs.
Xenical
É contraindicado para pessoas com hipersensibilidade à qualquer um dos componentes da fórmula e portadores de problemas crônicos de absorção intestinal ou de problemas na vesícula biliar.

Saxenda
A saxenda é contraindicada para mulheres grávidas e pessoas com hipersensibilidade à qualquer componente da fórmula.

Orlistat
É contraindicado para pessoas com síndrome de má absorção crônica, colestase e pacientes com hipersensibilidade à qualquer um dos componentes da fórmula.

Efeitos colaterais
Os remédios para emagrecer contém riscos e por isso só podem ser tomados com acompanhamento médico. Entenda os riscos relacionados ao uso desses medicamentos:

Vício
Como a maior parte dos medicamentos para emagrecer são controlados, eles podem ocasionar em vício. Por isso, os médicos devem ser muito cuidadosos na hora de prescrevê-los e no tempo de duração do tratamento.

Desenvolvimento de tolerância
De fato, os medicamentos para emagrecer podem funcionar. Entretanto, após mais ou menos 6 meses de tratamento, a maioria deles começa a perder o efeito. Algumas pesquisas ainda suportam a hipótese de que esses medicamentos podem causar ganho de peso com o uso continuado.

Complacência
Muitos pacientes acreditam que os remédios para emagrecer são pílulas mágicas que vão ter efeito por conta própria e por isso não adaptam seu estilo de vida. Não param de comer tanto e não aderem à prática de exercícios físicos.

O que deve ser sempre levado em conta é que esses medicamentos só vão ter efeito de verdade se utilizados com acompanhamento médico e com mudanças no estilo de vida, como uma reeducação alimentar.

Uso indiscriminado
Os medicamentos para emagrecer não devem ser usados por pessoas que não são obesas ou que só desejam uma boa aparência. Como dito anteriormente, eles são para pessoas com IMC acima de 30 ou que têm IMC 27 ou superior aliado à problemas relacionados ao sobrepeso, como diabetes tipo 2 e problemas no coração.

Deficiência vitamínica
Os bloqueadores de gordura percebem todas as gorduras como sendo ruins. Entretanto, se a gordura não for absorvida da maneira correta, isso pode ocasionar problemas como deficiência vitamínica, já que muitas delas são lipossolúveis.

Problemas psiquiátricos e no metabolismo
Embora muitos dos efeitos colaterais sejam brandos, muitos deles incluem aumento da pressão arterial e batimentos cardíacos, dores de cabeça, prisão de ventre, diarréia, insônia, nervosismo boca seca, irritabilidade, entre outros.

Os medicamentos que também são antidepressivos possuem riscos associados ainda maiores, pois podem trazer uma série de problemas psiquiátricos e até aumentar as chances de suicídio.

Preço e onde encontrar
Como existem diversas alternativas de remédios para emagrecer, seus preços variam bastante entre si. Confira:

Fluoxetina: Varia de R$9,00 até R$60,00;
Sertralina: De R$24,00 até R$80,00;
Bupropiona: O preço pode variar de R$50,00 até R$140,00;
Sibutramina: Entre R$50,00 e R$130,00.
Xenical:A caixa com 42 cápsulas varia de R$109,00 a R$154,00, enquanto a caixa com 84 cápsulas custa entre R$120,00 a R$265,00;
Saxenda:De R$550,00 a R$860,00;
Orlistat:De R$90,00 até R$190,00;
Cloridrato de lorcaserina: Aproximadamente R$450,00;
Quitosana: Entre R$40,00 e R$60,00.
Esses medicamentos podem ser encontrados em farmácias por todo o Brasil. No Consulta Remédios é possível comparar os preços e encontrar as principais lojas que entregam em sua região. Lá você também pode ler a bula completa!

Alternativas naturais

É importante ressaltar que essas alternativas trazem resultados efetivos e mais evidentes e duradouros quando aliados a uma alimentação saudável e à prática regular de exercícios.

Remédios naturais
Os remédios naturais normalmente são feitos à base de produtos que melhoram o funcionamento do organismo como um todo.

Entretanto, esses medicamentos são contraindicados para mulheres grávidas ou que amamentam, crianças e pessoas com pressão alta ou problemas cardíacos. O ideal é que sejam prescritos pelo médico ou nutricionista.

Chá verde
Acredita-se que o chá verde possui a propriedade de acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura, podendo ser consumido em cápsulas ou então em forma de chá.

É um grande aliado dos exercícios físicos. Deve-se consumir de 3 a 4 xícaras de chá por dia ou então tomar 2 cápsulas pela manhã ou pela tarde. Entretanto, é contraindicado para pessoas com sensibilidade à cafeína ou com problemas cardíacos.

MaxBurn
Trata-se de um suplemento feito à base de chá verde e açaí. Pode aumentar o metabolismo e diminuir o apetite. Deve-se tomar uma cápsula antes do almoço e do jantar. A venda deste medicamento, entretanto, é proibida pela Anvisa.

Goji Berry em cápsulas
Este medicamento é feito a partir do fruto fresco e pode atuar no organismo como um antioxidante e anti-inflamatório, devendo-se tomar 1 cápsula antes do almoço e do jantar.

Remédios caseiros
Os remédios caseiros podem ser uma opção para pessoas que querem emagrecer sem fazer uso de medicamentos. São considerados mais seguros que os demais por conta dos menores efeitos colaterais.

Entretanto, antes de iniciar qualquer tratamento caseiro, consulte um médico ou nutricionista.

Água de berinjela
Corte 1 berinjela em cubos e deixe em molho em 1 litro de água durante a noite. Pela manhã, bata tudo no liquidificador e consuma ao longo do dia, sem adicionar açúcar.

Água de gengibre
Adicione de 4 a 5 rodelas ou 2 colheres de sopa de raspas de gengibre em 1 litro de água gelada, bebendo a mistura ao longo do dia. Para obter resultados mais efetivos, o gengibre deve ser trocado diariamente.

Chá diurético de ervas
Para prepará-lo, adicione 10g de alcachofra, cavalinha, sabugueiro, louro e anis em 1 litro de água fervente. Desligue o fogo e abafe a panela, deixando descansar por 5 minutos. Beba o chá ao longo do dia e siga o tratamento durante um período de 2 semanas.

Extrato de faseolamina
Esta opção pode neutralizar o amido, uma substância presente em alimentos como batatas, pão e arroz, que é facilmente transformado em glicose e armazenado no fígado e células de gordura.

Recomenda-se uma dose diária de 1.500mg por dia.

Hidroxicitrato
Acredita-se que este medicamento é capaz de reduzir o apetite de maneira natural. São recomendadas doses diárias de aproximadamente 4.500mg.

EGCG
Este componente está presente no chá verde e acredita-se que ele auxilia bastante na queima calórica. Se o chá possuir pelo menos 50% de EGCG, o que equivale a aproximadamente 300mg, já será possível aproveitar seus benefícios.

Picolinato de cromo
O picolinato de cromo pode ter um grande efeito sobre a gordura corporal, além de aumentar a massa magra, o que contribui bastante para a perda de peso. Entretanto, seus efeitos ainda levantam dúvidas entre muitos pesquisadores, então pode ser que os resultados não sejam de fato reais.

Recomenda-se a ingestão de uma dose diária de 200mcg por dia.

Outras dicas sobre como emagrecer você pode encontrar em “Como perder barriga”.

Perguntas frequentes
Os remédios para emagrecer podem ser usados em quem não tem obesidade?
Não! A indicação para os remédios para emagrecer é exclusiva para pessoas que estão com obesidade ou sobrepeso relacionado à outras doenças, como diabetes e problemas no coração.

Leia também: Kifina

Pessoas que não apresentam nem obesidade nem sobrepeso não devem tomar os remédios, pois muitas vezes seus malefícios superam os possíveis benefícios.

Além disso, muitos dos remédios para emagrecer são também remédios para ansiedade e depressão. Nesses casos, eles só devem ser tomados por pacientes obesos e que também apresentem quadros depressivos.

Crianças podem tomar?
Depende. Para a maioria das crianças, uma simples reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos são suficientes para garantir a perda de peso.

Entretanto, quando a obesidade se torna um fator de risco para o surgimento de outras doenças, o uso de remédios pode ser considerado. Todavia, remédios que tem efeito no sistema nervoso central não são os indicados nesses casos. O que pode ser receitado para crianças, quando for necessário, são remédios bloqueadores de gordura.

Leia também: Comprimido para emagrecer anvisa

O uso prolongado pode causar dependência?
Mesmo que o grau de dependência desses medicamentos seja baixo, eles podem sim causar dependência física e psicológica.

Os remédios para emagrecer devem ser utilizados apenas em último caso e em conjunto da prática da reeducação alimentar e prática de exercícios físicos, para que seu uso seja descontinuado depois de os objetivos serem atingidos.

Eles causam sudorese excessiva?
Especialmente os medicamentos termogênicos, isto é, que interferem com o gasto calórico e com o metabolismo, podem ter esse efeito. Entretanto, esses medicamentos têm sido pouco utilizados por conta dos seus efeitos colaterais.

Existe perda de massa magra?
Se o uso desses medicamentos não for feito em conjunto com a prática de exercícios físicos, a perda de massa magra tende a acontecer, sim.

Os remédios para emagrecer possuem muitos riscos. Apesar de uma variedade deles serem usados em outros países, muitos são proibidos no Brasil por conta dos seus efeitos colaterais. Eles devem ser usados somente por pessoas que possuem indicação médica, já que muitas vezes os riscos superam os benefícios.

Sexo: por que os homens dão menos detalhes que as mulheres?

O médico sexólogo Damien Mascret explica por que os homens são mais desinibidos em sua abordagem ao sexo sem ousar entrar em detalhes.

Assim que eles se aproximam do assunto, eles parecem muito confortáveis. Piadas, arrogância, até mesmo lista desinibida de suas últimas conquistas. Os homens parecem inesgotáveis ​​quando se trata de sexo . Sim, mas agora, quando se trata de expressar seus sentimentos , eles imediatamente se tornam menos faladores, se não completamente silenciosos. Uma declaração longe de surpreender o médico sexólogo Damien Mascret, autor do guia Dico da sua saúde (Ed Leduc.s, 17 €), segundo o qual o sexo está fortemente relacionado com o desempenho no sexo masculino. Portanto, abordar o tema através do prisma das emoções faz com que se sintam desconfortáveis. Pior, confessar um problema é percebido como um ataque à sua masculinidade – para quem a sexualidadeestá relacionado ao poder. Iluminação.

Lefigaro.fr/madame – Por que os homens não entram nos detalhes quando falam sobre sexo? 
Damien Mascret. Contanto que eles discutam isso em um tom humorístico ou se vanglorie, o assunto não está envolvido com eles. É uma maneira de colocar distância e não entrar em sua intimidade . Mas quando se trata de falar sobre si mesmo, se o assunto é sexual ou não, é muito mais difícil.

Por que essa diferença com as mulheres? 
É uma questão delicada. Os homens estão menos acostumados a falar sobre seus problemas, enquanto as mulheres tendem a compartilhar uns com os outros, seja qual for o assunto. Eles sofrem mais com os ditames do desempenho, especialmente em termos de sexo. Tudo o que pode ser percebido como uma preocupação é “demonizar” e ilustra uma admissão de fracasso. Eles também são mais vergonhosos. Além disso, aqueles que vêm ao aconselhamento geralmente já conversaram com seu melhor amigo, mas não com um homem.

Isso não é um problema?

É todo o paradoxo masculino! Os homens não têm nenhum ponto de comparação porque não conversam entre si e não conseguem avaliar sua normalidade. Exceto que o mito prevalente de que sua sexualidade é óbvia e fácil é completamente falso. Não é menos difícil que o das mulheres. Por exemplo, eles são tão perturbados por problemas de ereção ou variações em seu desejo .

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Os homens costumam parar de falar sobre sua vida sexual para os outros assim que estão em um casal, como explicar isso? 
Porque existe uma espécie de sacralização do casal. Com um parceiro que passa, eles se sentem menos ligados à confidencialidade. Eles estão ainda mais inclinados a se gabar. A partir do momento em que o relacionamento é oficial, a mulher se torna uma mãe em potencial e o homem encerra seu relacionamento . Há, de fato, uma recusa em violar a privacidade do outro. Assim, eles também falam menos sobre seus sentimentos. Quando as coisas ficam sérias, tudo fica mais confidencial.

Eles também têm mais dificuldade em falar com o parceiro? 
Não a princípio. Em primeiro lugar, trocamos muito sobre seus gostos e desejos. Quanto mais durar o relacionamento, mais difícil será deixar o consenso adotado, pois muitos têm medo de atrapalhar o equilíbrio estabelecido.

DISTÚRBIOS DO ORGASMO EM MULHERES: UMA DOR ÍNTIMA

É perfeitamente normal que uma mulher não atinja o orgasmo em todas as relações sexuais. No entanto, existem certos distúrbios que podem causar uma perda significativa de autoconfiança. Daí a necessidade de reagir a tempo de curar esse sofrimento.

Distúrbios do orgasmo em mulheres podem causar muitas dúvidas na pessoa que sofre e em seu parceiro. Além de uma clara perda de confiança e auto-estima, esses transtornos muitas vezes levam a sentimentos de culpa pelo parceiro, vergonha de não estar “à vontade”, não se sentir normal ou o medo de perder aquele que amamos.

O parceiro, enquanto isso, também pode ter que duvidar de si mesmo, de sua masculinidade, perder sua autoestima e se perguntar se ainda é amado. Quando ele mantém seu parceiro sob responsabilidade exclusiva, considerando, por exemplo, que ele demonstra má-fé, isso pode levar a agressões, críticas e até mesmo a conflitos abertos que podem levar à separação.

Os cenários possíveis são tão variados como os casais, mas todos precisam reagir e se necessário pedir ajuda o mais rápido possível, para acabar com o sofrimento que muitas vezes pode curar antes que seja tarde demais.

Dois tipos de transtornos

distúrbios do orgasmo são descritos como a dificuldade ou incapacidade persistente ou recorrente para atingir o orgasmo após uma fase de excitação sexual, o que pode causar desconforto pessoal significativa ou dificuldades interpessoais.

Existem principalmente dois tipos de distúrbios do orgasmo. Primeiro, a desordem primária, quando o orgasmo sempre esteve fraco ou ausente, que a mulher nunca conheceu, mesmo enquanto se masturbava e quaisquer que fossem as áreas de estimulação. O distúrbio secundário, entretanto, diz respeito a situações em que o prazer diminui ou desaparece gradual ou repentinamente.

Em ambos os casos, o transtorno pode ser situacional ou generalizado. Se é bastante situacional, o prazer é difícil de alcançar ou ausente apenas em certas situações, por exemplo, com um parceiro em particular. Às vezes a mulher faz isso sozinha, mas nunca com um parceiro. Se o distúrbio é generalizado, no entanto, o problema aparece em todas as situações e independentemente do parceiro. A mulher também não gosta de se estimular.

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Álcool e orgasmo, um mito que permanece

“Conseguir que uma mulher beba aumenta seu prazer.” Uma idéia amplamente difundida, mas é realmente o caso? Em doses baixas, o álcool certamente tem um efeito desinibidor e eufórico que pode facilitar a passagem para o ato sexual e deixar ir. Beber moderadamente pode aumentar a lubrificação e a sensação de orgasmo. Mas com uma dose muito alta, o álcool terá o efeito oposto sobre a mulher, mesmo que ela se sinta mais excitada: quanto mais álcool ela consome, menos lubrificação vaginal ela tem.

Quando e quem consultar?

Vamos repetir: é perfeitamente normal que uma mulher não atinja o orgasmo a cada relação sexual ou leve mais ou menos tempo. Assim como é normal que algumas vezes desfrutar e outros menos, ou não ter orgasmo vaginal, ou pelo menos não o tempo todo, ou para exigir uma estimulação simultânea do clitóris para alcançá-lo.

Deve, no entanto consultar quando o transtorno do orgasmo é repetido ou que há uma mudança duradoura durante vários meses e que provoca dor em mulheres e / ou com o seu parceiro, alterando a qualidade de vida dos torque.

Em primeiro lugar, uma visita ao seu médico de cuidados primários generalista, ginecologista irá determinar se o problema é mais fisiológico ou psicológico. Se necessário, o médico pode orientar o paciente para os especialistas apropriados / como as causas da doença.

4 soluções naturais para aliviar dores nas articulações

Dedos, um joelho preso ou osteoartrite problemática? Aqui estão alguns aliados naturais baseados em água do mar, plantas ou calor para recuperar algum conforto e mobilidade articular.

A cartilagem das articulações tende a degradar-se ao longo dos anos. Aliados naturais ajudam a fortalecê-lo. Eles também ajudam a aliviar a dor causada por essa degradação.

Uma cura da água do mar, remineralizar

Por que isso é calmante? A dor da osteoartrite está relacionada à quebra da cartilagem.

“Mesmo que não consigamos” reparar “a cartilagem, um bom suprimento de minerais pode redensificar o mineral ósseo e reduzir sua degradação”, diz o Dr. Goëb Philippe. O plasma marinho , uma água filtrada e comestível mar, é particularmente preenchido com minerais.

Como fazer isso? Opte por um plasma marinho hipertônico, mais rico em sais minerais, na forma de ampolas (Quinton Laboratories, Biotechnie, Super Dieta Oligocean, Thalgo …). Engula uma lâmpada todas as manhãs em um suco de limão, rico em vitamina C, que promove a assimilação do cálcio e dobre o volume de água.

É aconselhável ter cursos com duração de uma a três semanas , com intervalo de uma semana e alternando com curas de plantas. O plasma marinho é bem tolerado intestinal. Em caso de hipertensão, prefira um plasma marinho isotônico, menos salgado.

Um duo de plantas, para uma ação completa

Por que isso é calmante?

  • Harpagophytum é uma planta com propriedades anti-inflamatórias  : Diversos ensaios clínicos concluíram que a sua eficácia na redução da dor associada com a osteoartrite.
  • cavalinha , é rica em minerais, incluindo sílica, por isso, especialmente para a mineralização óssea.

“Essa combinação pode atuar tanto na dor quanto na progressão da osteoartrite, e até reduzir a ingestão de antiinflamatórios”, disse o Dr. Goeb.

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Como fazer isso? Estas duas plantas associadas são encontradas em ampolas (Super Diet, Naturland) ou cápsulas (Fleurance Nature). Como a concentração varia de um produto para outro, é necessário adaptar o número de ampolas ou cápsulas para atingir 400 a 500 mg de extrato seco ou fluido ou 1 a 2 g de pó de plantas por dia. Para levar de 7 a 10 dias por mês.

Em caso de ataque inflamatório doloroso, é possível aumentar as doses, até dobrar, por uma semana.

Óleo essencial de eucalipto de limão, para ter menos dor

Por que isso é calmante?

  O óleo essencial de eucalipto-limão ou Eucalyptus citriodora possui ação antiinflamatória. Ele funciona com o mesmo princípio que os medicamentos do tipo aspirina “, lembra o fitoterapeuta.

Estudos mostram que alguns de seus compostos, os aldeídos, têm eficácia analgésica semelhante. Usado em massagem , alivia a dor pontual durante ataques de osteoartrite.

Como fazer isso? Usado puro, pode ser irritante para a pele. Portanto, é necessário diluir cerca de 10 gotas de óleo essencial em meia colher de chá de um óleo vegetal que penetra bem, como o de macadâmia. Massageie suavemente a área afetada com ênfase em áreas sensíveis.

“Em caso de dor intensa, pode ser combinada com o óleo essencial de gualtéria , ainda mais analgésico: 5 gotas de cada diluído em óleo vegetal”, aconselha o Dr. Goëb.

Nunca use durante a gravidez e lactação.

Calor, para relaxar os músculos

Por que isso é calmante?

“O calor estimula a circulação e relaxa os músculos, o que torna possível reduzir um pouco as dores”, diz o Dr. Goëb.

O calor alivia, em geral, a dor osteoartrítica, menos as da artrite. A capsaicina, um composto de aquecimento extraído da pimenta caiena, é recomendada pela Agência de Medicamentos dos EUA por suas propriedades analgésicas.

Como fazer isso? Massageie as pequenas áreas (dedos ou pescoço) com um gel ou creme de capsaicina (Capsaïne gel, Baume Saint-Bernard, bálsamo de aquecimento Dolpic, etc.).

Se a dor está localizado no joelho ou o pescoço de: aplicar um emplastro de aquecimento para manter a várias horas (mercurocromo Thermacare, juntas Puressentiel, etc.) ou um bloco de gel para aquecer o forno de microondas e reutilizável (Actipoche, Urgo, Nexcare … ).

“Se a área corar, não se preocupe. No entanto, é melhor testar uma pequena área e enxaguar se você tiver uma sensação de queimação “, diz o médico.

Exercícios para aumentar o pênis

Exercícios para aumentar o pênis

Muitos homens estão insatisfeitos com o tamanho do seu pênis, e por isso é muito comum que eles fiquem em busca de exercícios para aumentar o pênis, pois existem alguns pequenos exercícios que podem ajudar a trazer excelentes resultados para que a pessoa consiga ter o aumento peniano.

Se você também deseja conhecer alguns exercícios para aumentar o pênis, esse artigo é para você, pois a seguir eu irei ensinar alguns excelentes exercícios e irei falar se eles realmente funcionam. Confira!

Jelqing
O jelqing consiste em uma técnica natural que ajuda no alongamento do pênis. O melhor é que com essa técnica você precisará usar apenas as suas mãos, assim não precisará gastar dinheiro comprando aparelhos.

É importante que as pessoas que desejam fazer o jelqing tenha calma e faça os movimentos corretamente, pois a técnica é indolor, no entanto, se feita de maneira errada poderá trazer graves consequências a pessoa.

Confira abaixo como fazer o jelqing:

Você deverá aquecer os tecidos do corpo do pênis para evitar lesões durante o exercício. Para isso é necessário que você tome um banho quente, depois aplique uma bolsa de água quente na região.
Depois você deve deixar o pênis ereto, mas não duro como no momento da penetração.
Aplique um lubrificante no pênis.
Segure na base do pênis usando o indicador e o polegar, fazendo com que seus dedos formem um “ok”.
Depois você deve apertar vagarosamente o corpo do seu pênis. Sua mão deverá ir até a glande, sem chegar na cabeça.
Repita o exercício por 20 vezes.
Você deverá fazer o exercício com frequência e os resultados começaram a aparecer em cerca de 1 ou 2 meses.

Massagem peniana
A massagem peniana também pode ajudar a aumentar o tamanho do pênis, pois ela ajuda a aumentar a circulação sanguínea e por isso pode ser um bom exercício para aumentar o pênis.

É importante que a pessoa que deseja fazer essa massagem tome cuidado na hora de fazer os movimentos, pois movimentos bruscos podem machucar o pênis, por isso eles devem ser leves e firmes para trazer os resultados desejados.

O ideal é que a massagem seja feita com uma mão, enquanto a outra deve estar segurando firme o pênis. Além do mais, a massagem não deve chegar a cabeça do pênis. Para que a massagem peniana possa fazer efeito a pessoa deverá fazê-la diariamente.

Leia também: Como aumentar o pênis de verdade

Mas os exercícios para aumentar o pênis funcionam de verdade?
Se você deseja começar a fazer exercícios para aumentar o pênis é preciso que você tenha em mente que eles podem sim trazer os resultados esperados, porém não existe nenhuma comprovação científica de que eles irão fazer com que o pênis aumente.

Muitas pessoas que fizeram essa massagem garantiram que conseguiram ter ótimos resultados quanto ao aumento do pênis, porém pode ser que nem todas consiga o resultado esperado.

Além do mais a pessoa só deve fazer exercícios para aumentar o pênis após consultar um urologista para que ele possa avaliar o quadro e dizer ou não se esses exercícios irão fazer mal ao homem.

Emagrecimento saudável: com paciência, conquiste grandes resultados

Emagrecimento saudável: com paciência, conquiste grandes resultados

Tempo, tempo, tempo: vivemos com a sensação que nos faltam horas! Para descansar, para ler um livro, para visitar mais os amigos… imagine para investir em um emagrecimento saudável, que exige equilíbrio, moderação e paciência.

Esse é um dos motivos que leva tanta gente a apostar em métodos “express” de queima de gordura, que na verdade não passam de grandes ilusões.

O imediatismo é a palavra do momento e é até compreensível que muita gente prefira o caminho mais curto para transformar o corpo. Ao mesmo tempo, as redes sociais ampliam este culto à magreza, e fazem parecer que tudo é questão de “foco, força e fé”. Ou seja: quem é persistente tem barriga de tanquinho, quem ainda não conquistou a sua, é porque não se esforçou o suficiente. Será?

Claro que a persistência e a força do hábito são fatores importantes no caminho de emagrecimento saudável, e vou falar mais sobre isso neste artigo.

Mas prefiro propagar uma mensagem mais otimista para quem está tentando perder alguns quilos: não se sinta mal se sua última dieta restritiva não deu certo. Não faltou foco, força, fé: é que a coisa mais normal do mundo é falhar em dietas que cortam grupos alimentares inteiros ou reduzem radicalmente a ingestão de calorias diárias.

O segredo não é restrição/dieta, mas procurar comer melhor. Conheça o Efeito Sophie!

A questão é que não existe emagrecimento saudável rápido: tudo o que você viu, ouviu ou leu a respeito não passa de modismo. Quando a pessoa emagrece de forma drástica (muitos quilos em muito pouco tempo) ela realmente tem uma falsa impressão de vitória e poder. É gostoso poder entrar de novo naquela calça que estava guardada há um tempão no armário, não é mesmo?

Mas quando o peso volta (e ele volta mesmo!) essa sensação prazerosa dá lugar a um sentimento de fracasso. Isso acaba com a autoestima das pessoas.

Eu digo isso porque a maior parte das dietas ou remédios que prometem o emagrecimento saudável na verdade falham em vender essa mensagem. Primeiro porque não são métodos saudáveis, muito menos sustentáveis.

Segundo porque a mudança de hábito não acontece do dia para a noite. E esta forma de emagrecer não cultiva hábitos saudáveis, que possam ser mantidos a longo prazo sem prejuízos à saúde.

Você acha que é possível passar a vida inteira fazendo jejum, por exemplo? Ou comendo menos calorias do que o seu corpo pede? Ou, ainda, vivendo só de proteína, deixando o carboidrato de fora da sua vida?

A princípio, este tipo de atitude realmente pode refletir em uma certa perda de peso, mas o novo padrão alimentar dificilmente dura mais do que algumas semanas ou meses.

E aí quando os quilos voltam (95% das pessoas que fazem dieta voltam a ganhar o peso, ou engordam ainda mais), vai querer fazer outra dieta e fica cada vez mais difícil emagrecer.

Em primeiro lugar, você precisa se perguntar por que quer emagrecer. Sua saúde vai bem? Faça um check-up, procure saber se não existe uma causa por trás dessa dificuldade em perder alguns quilos.

Depois de se certificar de que realmente precisa emagrecer, seria interessante adotar hábitos mais realistas, que possam ser levados para a vida toda, sem estresse e mais feliz. Vamos entender a melhor forma de fazer isso!

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Remédio para emagrecer: isso pode comprometer a sua saúde
Como emagrecer comendo? Sim, isso é possível!
Emagrecimento saudável, só com mudança de hábito
A ciência comprova que a repetição diária pode nos levar a mudar certas coisas que fazemos no “piloto automático”. Você sabia que em alguns casos podemos ver mudanças de hábitos sustentáveis em apenas três semanas?

Então, para conseguir um emagrecimento saudável, comece aos poucos a incluir tarefas na sua rotina, comendo melhor, e não menos:

Consumir comida caseira e fresca pode ajudar a emagrecer! Cozinhe mais!
Consuma mais alimentos in natura, e menos ultraprocessados
Beba mais água, e menos bebidas doces (como sucos e refrigerante)
Coma com mais consciência, saboreando, sem culpa e com prazer
Tente não comer por motivos emocionais. Se está triste, ao invés de comer, por que não tentar tomar um banho quente, ligar para um amigo, fazer uma caminhada? Aos poucos você passará a comer só quando estiver com fome ou vontade, e isso é fundamental no caminho do emagrecimento saudável
Dica extra: e de ouro!

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Para emagrecer e não voltar mais a engordar, você já sabe que não vale a pena investir em dietas restritivas, certo? Jamais me cansarei de repetir essa dica.

Mas vale ressaltar também que, para ter sucesso, é preciso traçar metas reais. Não adianta querer perder 20 quilos em um mês, isso é muito agressivo para o corpo.

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Coloque objetivos pequenos e vá vencendo um por vez, degrau por degrau. Cada pequena conquista é uma vitória! E quando você olhar para trás, verá que valeu a pena ter paciência. Procure progresso, não perfeição! Este é o caminho.

As causas da impotência sexual masculina

As causas reconhecidas da impotência sexual masculina podem ser orgânicas, psicológicas ou mistas. O diagnóstico diferencial é, portanto, muito importante, uma vez que a exclusão de patologias orgânicas a priori (por exemplo, arteriosclerose, esclerose múltipla, etc.) pode ser perigosa. 


Quando se suspeita que a impotência financia suas causas em uma patologia neurológica, a integridade do sistema nervoso pode ser verificada medindo-se os potenciais evocados cortical e sacral. Para fazer isso, a pele do pênis é eletricamente estimulada e um eletrodo registra e avalia a reatividade do músculo bulbocavernoso;este exame mede o tempo entre a estimulação e a primeira resposta muscular. Um exame mais aprofundado para diferenciar. impotência orgânica do psicogênico é o monitoramento das ereções noturnas. O teste consiste em medir por três noites consecutivas de ereções durante o sono por meio de detectores de toque colocados na base e na ponta do pênis. Quando o pênis entra em ereção, o detector mede sua tumescência e rigidez.

A duração, a frequência e a intensidade das ereções noturnas variam com a idade, e é bom levar isso em conta para evitar experiências emocionais desagradáveis. Em um adolescente de 15 anos, na verdade, há em média 4 episódios de ereção noturna de cerca de 30 minutos por noite; um indivíduo de 70 anos experimenta apenas 2 ereções por noite e menor duração.

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Causas orgânicas da disfunção erétil

Em relação às causas orgânicas, identificamos uma impotência sexual masculina de natureza arterial, que determina uma deficiência de preenchimento e uma natureza venosa, que se manifesta com um déficit de manutenção. No primeiro caso, a rigidez do pênis não é suficiente para permitir a penetração de (a pressão do sangue nas artérias cavernosas é demasiado baixa para ser capaz de relaxar completamente o corpo cavernoso), enquanto no segundo a ereção completa, se alcançou, irá desaparecer muito rapidamente. Dentro dos tratamentos disponíveis hoje é reminiscente das próteses penianas (estruturas mecânicos ou hidráulicos, que realizam um estado de ereção por encomenda, através de um dispositivo manual de cirurgia vascular), e o uso de substâncias vasoativas, o mais conhecido dos quais é a papaverina (Dèttore, 2001).

Em relação ao uso do Viagra (Sildenafil) e similares, constatou-se que a eficácia de um tratamento medicamentoso para a disfunção erétil varia de 44 a 91% e, apesar disso, há muitas interrupções do tratamento. Nesse sentido, investigou-se um método que associa um caminho de apoio psicológico ao tratamento puramente farmacológico. Os resultados do estudo indicaram uma eficácia muito maior do que o tratamento medicamentoso sozinho.

Causas comportamentais da disfunção erétil

L ‘  impotência sexual masculina também pode ser causada por maus hábitos de vida, tais como a falta de exercício, sono insuficiente, o tabagismo (levando à redução do fluxo sanguíneo nas artérias que fornecem sangue para os corpos cavernosos do pênis e uma deterioração trato respiratório) e abuso de álcool e drogas (Metz e McCarthy, 2004).

Fatores psicológicos na disfunção erétil

Há casos frequentes em que a ED tem uma ‘origem causal psicogênica, em que a alteração é de natureza psicológica, e, portanto, a responsabilidade dos processos cognitivos e emocionais que guiam a’ ereção .

Uma dessas alterações podem ser ligados a uma percepção negativa de seu corpo, o que pode gerar um forte sentimento de vergonha dado pela tendência a se sentir inútil e inadequada, em resposta ao sentimento de fracasso no cumprimento das normas culturais que se vive actualmente. 
Esse sentimento pode gerar excessiva atenção ansiosa ao corpo, o que pode afetar os processos de excitação fisiológica, resultando em um déficit erétil crônico.

Na verdade, sabe-se que a disfunção erétil é frequentemente associada, originado e mantidas por quotas elevadas de ansiedade e ninhada sobre o desempenho sexual, medo de fracassar, diminui o desempenho sexual e evitações de interacções sexuais gerando assim sentidos círculos viciosos disfuncional.

Disfunção erétil, as vezes é culpa do tabagismo

Os cigarros pioram a qualidade de vida, mesmo afetando negativamente o desempenho sexual.

Os cigarros pioram a qualidade de vida de muitas maneiras, afetando negativamente a atividade reprodutiva e o desempenho sexual.

Em ambos os sexos, fumar pode reduzir a fertilidade, mas em humanos, além de alterar a produção de espermatozoides, também pode comprometer os mecanismos fisiológicos responsáveis ​​pela ereção e, portanto, levar à disfunção erétil .

De fato, a ereção é essencialmente um aumento notável e rápido no fluxo de sangue dentro das artérias que compõem as principais estruturas anatômicas do pênis (corpo cavernoso e corpo esponjoso).

Esse influxo é permitido pela liberação das células musculares que cercam os vasos sanguíneos, induzidas pelos estímulos nervosos que acompanham a excitação sexual.

Uma vez atingido o nível máximo, o inchaço das estruturas arteriais, em seguida, faz com que uma compressão do órgão nas veias, o que impede que o sangue flua, garantindo assim a ereção continuada até à conclusão da atividade sexual.

As vezes é normal

A disfunção eréctil, no passado comummente “definido impotência“, é devido a uma interrupção na sequência de eventos, que envolve, por um lado, o sistema nervoso central e outras estruturas nervosas do músculo do pênis e vascular, porta e a elevação do órgão sexual masculino.

Um decréscimo transitório na eficiência desses mecanismos pode ser considerado um fenômeno normal, tão normal quanto sua redução na velhice. Se, pelo contrário, o distúrbio freqüentemente surge ou persiste em uma idade jovem, é atribuível a condições não fisiológicas.

Como a ereção é o resultado final de uma série de processos que são ativados dependendo uns dos outros, há muitos fatores que, ao intervir nas várias fases da sequência, são capazes de bloqueá-la.

Os possíveis réus

Para além dos factores que interferem com as componentes psicológicos e hormonais de excitação sexual, há algumas doenças sistémicas e alguns factores locais que danificam a inervação e vasculatura do pênis, tornando-se impossível alterações hemodinâmicas que produzem uma ereção. Estes podem essencialmente ser rastreados até seis grupos principais.

Causas psicológicas Ansiedade , depressão , problemas de relacionamento
Causas vasculares Hipertensão, aterosclerose , diabetes
Causas endócrinas Deficiência de testosterona, hiperprolactinemia, disfunção tireoidiana
Causas neurológicas Esclerose múltipla , doença de Parkinson , patologias ou traumas na coluna vertebral, trauma ou cirurgia pélvica (por exemplo na próstata ou bexiga)
Causas iatrogênicas(efeito colateral das terapias) Alguns sedativos, ansiolíticos , antidepressivos, anti- hipertensivos , antiinflamatórios, hormônios, radioterapia no nível dos testículos, etc.
Estilos de vida Fumar cigarros, abuso de álcool, uso de drogas

O papel indireto e direto dos cigarros

A relação entre tabagismo e disfunção erétil tem sido objeto de investigação há muito tempo. Por um lado, a pesquisa experimental já demonstrou amplamente os efeitos tóxicos da nicotina e de alguns outros compostos derivados da combustão do tabaco no tecido que reveste as paredes internas dos vasos sanguíneos (endotélio).

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Por outro lado, estudos epidemiológicos têm mostrado repetidamente uma incidência desta maior desordem em fumantes habituais e ex-fumantes do que em não-fumantes. E, embora em menor escala, os não fumantes que estão constantemente expostos ao tabagismo passivo também correm o risco de desenvolver disfunção erétil.

Nos últimos anos, as investigações clínicas também procuraram esclarecer se a deficiência do pênis é simplesmente a consequência da aterosclerose induzida pelo fumo nos vasos sanguíneos em todo o corpo e, portanto, está associada a vários distúrbios cardiovasculares nos quais os fumantes podem incorrer, como a hipertensão. , isquemia miocárdica e acidente vascular cerebral , ou é devido a um efeito direto do tabagismo sobre o funcionamento dos mecanismos de ereção.

Esta última hipótese parece ser hoje a mais provável. Uma série de estudos epidemiológicos recentes realizados em diferentes populações (Estados Unidos, Itália, China, Austrália, Brasil, Japão, Turquia, etc.) mostrou que os hábitos de fumar também estão associados à disfunção erétil em homens relativamente jovens (até 50 anos de idade). ) que não apresentam (ou ainda não possuem) sinais clínicos de doença cardiovascular e apresentam, em menor grau, outros fatores de risco.

Além disso, de acordo com o estudo australiano, neste mesmo grupo de adultos jovens, a disfunção erétil ainda está sujeita a uma melhora notável com a cessação do tabagismo.

Além disso, os efeitos sobre a ereção parecem ser “dose-dependentes”, ou seja, quanto maior o consumo diário de cigarros e a duração em anos do hábito de fumar, mais grave é a disfunção.

Embora nem todos os mecanismos através dos quais os danos de fumo os vasos sanguíneos são perfeitamente conhecidos, para explicar a insuficiência ereção mesmo antes de intervir alterações vasculares de natureza aterosclerótica pode ser, de acordo com os especialistas, um mecanismo bioquímico bem conhecido.